Como a Kovi transformou seus benefícios de saúde financeira em algo que o time valoriza de verdade
Ter previdência no pacote de benefícios não garante que o time usa — ou valoriza. A Kovi resolveu isso com uma abordagem diferente: onboarding humano, comunicação simples e acompanhamento contínuo. Isabella Coutinho, do RH, conta o que mudou.

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O benefício que ninguém usa
É um problema mais comum do que parece: a empresa oferece previdência, o colaborador assina na admissão, e o benefício some do radar. Nenhum acesso ao app, nenhuma contribuição extra, nenhuma conversa sobre o plano.
Não é falta de interesse das pessoas. É falta de entendimento. Previdência parece coisa distante, com linguagem de banco, sem nenhuma conexão com o dia a dia.
Para o RH, o resultado é frustrante: o benefício existe no papel, mas não gera percepção de valor — e não contribui para retenção.
O que a Kovi fez diferente
A Kovi decidiu mudar a abordagem. Em vez de oferecer o produto e esperar o engajamento acontecer, a empresa trabalhou com a Stay para redesenhar a experiência do colaborador com o benefício — do onboarding ao acompanhamento mensal.
Isabella Coutinho, do time de RH, coordenou o processo. O ponto de partida foi reconhecer que o problema não era o produto em si, mas como ele era apresentado e mantido vivo no cotidiano do time.
Como o engajamento foi construído
A mudança aconteceu em três frentes:
Onboarding com linguagem humana. O lançamento do plano foi acompanhado de uma apresentação que falava sobre objetivos de vida, não sobre rentabilidade e taxas. A pergunta central não era "quanto seu plano rende?" mas "o que você quer conquistar nos próximos anos?".
Acesso simples pelo WhatsApp. O colaborador consulta o saldo, faz aportes e acompanha a evolução do plano direto no WhatsApp — sem precisar instalar app, lembrar de senha ou navegar em portal complexo.
Suporte contínuo do time Stay. O RH não ficou sozinho depois da implementação. A Stay acompanha o engajamento, identifica quem ainda não aderiu e oferece suporte para trazer essas pessoas para o plano.
O que Isabella observou
Com a nova abordagem, o time passou a falar sobre o benefício. Colaboradores que nunca tinham acessado o plano começaram a fazer perguntas — e perguntas são o primeiro sinal de engajamento real.
Para o RH, o impacto foi direto: menos tempo respondendo dúvidas básicas sobre o plano, e mais confiança de que o benefício estava gerando valor percebido.
O aprendizado central
Um benefício bem estruturado não se vende sozinho. A adesão e o engajamento dependem de como o produto é apresentado, de quão fácil é acessar e de quem está do lado para ajudar quando surgir uma dúvida.
Se a sua empresa já tem previdência mas sente que o time não valoriza, o problema quase sempre está na experiência — não no produto.
A Stay pode fazer um diagnóstico do plano atual e mostrar onde estão as lacunas de engajamento. Fale com a gente.


